Na Solidão

Sem desenvolvimento possível
Na euforia dos carros
Ardido pelos cigarros
E afogado na solidão
Sentimento de não ser
É o mais prevalente
Não ser corpo, mas mente
Camuflado na solidão
E o corpo não presta!
Obstrui a mente!
E é a dor que está presente,
Presente na solidão
E é a sorte que não existe
Assassinada pelo azar
É uma falta de ar
Dentro do cubículo da solidão
Uma asfixia lenta
Inevitável para mim
É o cansaço de tentar
E a vontade de chegar ao fim.
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